Estarás sempre comigo.. Nem que seja só em pensamento... Estarás lá sempre que precisar.. Eu sei disso!!!! ;)
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Futuro certo...
Este comentário não é da minha autoria.. foi algo que li e decidi transpor para aqui para alguém que o queira ler! Achei pura e simplesmente piada ao texto, e também porque é o que se reflete na nossa sociedade... é um futuro certo para muita gente, mas é algo que não espero para mim, embora saiba que deste não me devo escapar certamente, ao menos fico com a ideia que me pode acontecer algo semelhante, agora só á que lutar para contrariar isso, não é??
"...caso-me com um homem a quem me obrigo amar. Eu e ele acabaremos por encontrar uma maneira de sonhar juntos o nosso futuro, a casa de campo, os filhos, o futuro dos nossos filhos. Faremos muito amor no primeiro ano, menos no segundo, e a partir do terceiro ano talvez pensemos em sexo uma vez a cada quinze dias, e transformaremos este pensamento em acção apenas uma vez por mês. Pior que isso, quase não conversaremos. Eu esforçar-me-ei a aceitar a situação, e perguntar-me-ei o que há de errado comigo - já que não consigo interessá-lo, ele não me dá atenção, e passa a vida a falar dos seus amigos como se fossem realmente o seu mundo.
Quando o casamento estiver realmente por um fio, eu ficarei grávida. Teremos o filho, passaremos algum tempo mais próximos um do outro, e logo a situação voltará a ser como antes.
Então, começarei a engordar, e começarei também a tentar fazer dieta, sistematicamente derrotada a cada dia, a cada semana, pelo peso que insiste em aumentar apesar de todo o controlo. Nessa altura, tomarei essas drogas mágicas para não entrar em depressão - e terei alguns filhos, nas noites de amor que passam depressa demais. Direi a todos, que os filhos são a razão da minha vida, mas na verdade eles exigem a minha vida como razão.
As pessoas vão considerar-nos sempre um casal feliz, e ninguém saberá o que existe de solidão, de amargura, de renúncia, atrás de toda a aparência de felicidade.
Até que um dia, quando o meu marido arranjar a sua primeira amante, eu talvez faça um escandalo, ou pense em me suicidar. Mas então estarei velha e cobarde, com dois filhos ou três que precisam da minha ajuda, e preciso de educá-los, colocá-los no mundo - antes de ser capaz de abandunar tudo. Eu não me suicidarei, mas farei um escandalo, ameaçarei sair com as crianças. Ele recuará, dirá que me ama e que aquilo não se tornará a repetir.
Dois ou três anos depois, outra mulher aparece na sua vida. Eu vou descobrir - porque vi ou porque alguém me contou - mas desta vez finjo que não sei, gastei toda a minha energia a lutar contra a amante anterior, não sobrou nada para esta, é melhor aceitar a vida como ela é na realidade, e como eu não imaginava que fosse.
Ele continuará a ser gentil para mim, eu continuarei com o meu trabalho, a ler os livros que nunca consigo acabar de ler e a ver os programas de televisão que continuarão os mesmos daqui a quinze, vinte, trinta, cinquenta anos. Continuarei a comer o que quero com culpa, porque estou a engordar, não irei mais a bares porque tenho um marido que me espera em casa para cuidar dos filhos.
A partir daí, é esperar os meninos crescerem, e ficar o dia todo a pensar em suicidio, sem coragem de cometê-lo. Um belo dia, chego à conclusão de que a vida é assim, não adianta, nada mudará. E conformo -me."
"...caso-me com um homem a quem me obrigo amar. Eu e ele acabaremos por encontrar uma maneira de sonhar juntos o nosso futuro, a casa de campo, os filhos, o futuro dos nossos filhos. Faremos muito amor no primeiro ano, menos no segundo, e a partir do terceiro ano talvez pensemos em sexo uma vez a cada quinze dias, e transformaremos este pensamento em acção apenas uma vez por mês. Pior que isso, quase não conversaremos. Eu esforçar-me-ei a aceitar a situação, e perguntar-me-ei o que há de errado comigo - já que não consigo interessá-lo, ele não me dá atenção, e passa a vida a falar dos seus amigos como se fossem realmente o seu mundo.
Quando o casamento estiver realmente por um fio, eu ficarei grávida. Teremos o filho, passaremos algum tempo mais próximos um do outro, e logo a situação voltará a ser como antes.
Então, começarei a engordar, e começarei também a tentar fazer dieta, sistematicamente derrotada a cada dia, a cada semana, pelo peso que insiste em aumentar apesar de todo o controlo. Nessa altura, tomarei essas drogas mágicas para não entrar em depressão - e terei alguns filhos, nas noites de amor que passam depressa demais. Direi a todos, que os filhos são a razão da minha vida, mas na verdade eles exigem a minha vida como razão.
As pessoas vão considerar-nos sempre um casal feliz, e ninguém saberá o que existe de solidão, de amargura, de renúncia, atrás de toda a aparência de felicidade.
Até que um dia, quando o meu marido arranjar a sua primeira amante, eu talvez faça um escandalo, ou pense em me suicidar. Mas então estarei velha e cobarde, com dois filhos ou três que precisam da minha ajuda, e preciso de educá-los, colocá-los no mundo - antes de ser capaz de abandunar tudo. Eu não me suicidarei, mas farei um escandalo, ameaçarei sair com as crianças. Ele recuará, dirá que me ama e que aquilo não se tornará a repetir.
Dois ou três anos depois, outra mulher aparece na sua vida. Eu vou descobrir - porque vi ou porque alguém me contou - mas desta vez finjo que não sei, gastei toda a minha energia a lutar contra a amante anterior, não sobrou nada para esta, é melhor aceitar a vida como ela é na realidade, e como eu não imaginava que fosse.
Ele continuará a ser gentil para mim, eu continuarei com o meu trabalho, a ler os livros que nunca consigo acabar de ler e a ver os programas de televisão que continuarão os mesmos daqui a quinze, vinte, trinta, cinquenta anos. Continuarei a comer o que quero com culpa, porque estou a engordar, não irei mais a bares porque tenho um marido que me espera em casa para cuidar dos filhos.
A partir daí, é esperar os meninos crescerem, e ficar o dia todo a pensar em suicidio, sem coragem de cometê-lo. Um belo dia, chego à conclusão de que a vida é assim, não adianta, nada mudará. E conformo -me."
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
"nada neste mundo acontece por acaso"
A vida está feita à nossa medida e nada acontece por acaso. Por incrível que pareça, já me aconteceu olhar para alguém pela primeira vez (ou pensar ser a primeira vez) e sentires algo estranho, uma vontade de falar com essa pessoa, saber porque é que com um simples olhar ela mexeu tanto contigo? Quem é essa pessoa? Porque me toca assim tanto? Será amor à primeira vista? Não, isso só acontece nas historinhas, em que ficamos a sonhar com a vida perfeita e os finais felizes que nela são relatados... Mas a realidade...A realidade é mais dura, e é preciso saber levar a vida.
Há determinado tipo de situações que nos trocam as voltas, e nos obrigam e viver tudo de novo como se fosse a primeira vez! Não é mau de todo, pois permite-nos ter certezas de muitas coisas e de muitos sentimentos!! É assustador mas deixa-nos tranquilos nesse sentido!! Ao menos para quem nos conhece, nos relata os acontecimentos passados da nossa vida, (devendo ser sentidos na primeira pessoa, mas só a terceira pessoa é que consegue tar presente, e a insegurança dessas vivências, que vão sendo relatadas, nao faz sentido) e é nosso confidente! Neste momento acredito e duvido ao mesmo tempo!! Embora a certeza seja muito maior, mas uma pequenina duvida persista, devido ao facto de estar só neste tempo e neste mundo, com toda a gente do meu lado.
Uma conversa engraçada, surgida do inesperado e de uma situação caricata, fez-me ver algumas coisas, às vezes sem menos esperarmos somos despertados por razões que nos abrem os olhos... e podemos concluir que nao vale a pena sofrer por antecipação! Não vale a pena pensar no mal quando tudo está bem, não tem lógica deitar as coisas boas fora, para as transformar em más! Isto levou a que confiasse mais em mim e conseguisse ficar mais relaxada e tranquila neste dia complicado! E pensar: nada neste mundo acontece por acaso, tudo tem uma razão, por isso nada melhor que viver um dia de cada vez e aproveitar ao máximo cada momento.............
Uma conversa engraçada, surgida do inesperado e de uma situação caricata, fez-me ver algumas coisas, às vezes sem menos esperarmos somos despertados por razões que nos abrem os olhos... e podemos concluir que nao vale a pena sofrer por antecipação! Não vale a pena pensar no mal quando tudo está bem, não tem lógica deitar as coisas boas fora, para as transformar em más! Isto levou a que confiasse mais em mim e conseguisse ficar mais relaxada e tranquila neste dia complicado! E pensar: nada neste mundo acontece por acaso, tudo tem uma razão, por isso nada melhor que viver um dia de cada vez e aproveitar ao máximo cada momento.............
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Há momentos menos bons para todos....
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar a ver... Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente... Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pelo nosso ser.
Coisas do cérebro
Só pssaoes epsertas cnsoeugem ler itso. Eu não cnogseui acreidatr que relmanet pidoa etndeer o que etvsaa a ler. O pdoer fnemoeanl da mntee huamna, de aorcdo com uma psqueisa da Unvireisadde de Cmabrigde, não ipmrota a odrem em que as lteras de uma plavara etsão, a úcina cisoa ipmotratne é que a piremira e a útimla ltreas etseajm no lguar ctreo. O rseto pdoe etasr uma ttaol bnauguça e vcoê adnia pdoreá ler sem perolbmea. Itso pruqoe a mtene haunma não lê cdaa lreta idnvidailuemtne, mas a pvrlaaa cmoo um tdoo. É ipessrinaonte não é? É e eu smrepe pnenesi que slortaerr era ipmorantte!
domingo, 25 de janeiro de 2009
Hmmmm
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
pensem nisto
"Quando apontares com um dedo a alguém, lembra-te de que os outros três dedos apontam para ti."
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